Primeira Feira Popular e Solidária da UFJ

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A Universidade Federal de Jataí (UFJ) deu início nesta quinta-feira, 21 de agosto, a mais uma importante ação de extensão universitária com a realização da Primeira Feira Popular e Solidária da universidade, iniciativa que visa integrar a comunidade acadêmica com os moradores do município por meio da valorização da agricultura familiar, do artesanato, da economia solidária e da cultura local.




Organizada pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Agroecologia e Agricultura Familiar (NEAAF/UFJ), a Feira está sendo realizada no CDCC, Centro de Divulgação Científica e Cultural da UFJ, a popular Praça Universitária, que fica no Campus Riachuelo. Nesta sexta-feira, dia 22, o evento continua, a partir das 17h.

“Desde que entrei na UFJ, os projetos de extensão sempre foram meu principal foco e motivação. Acredito que a universidade tem um papel fundamental na transformação social e é por meio da extensão que conseguimos romper os muros da instituição e alcançar a comunidade. Estar aqui hoje, ver esse espaço sendo ocupado pela população, dentro da universidade, na Praça Universitária, é uma realização imensa. É gratificante saber que todo o esforço, planejamento e dedicação da equipe resultaram em algo tão significativo. Trabalhamos muito para tirar esse projeto do papel e ver que ele se concretizou, que a Feira está linda e está fazendo a diferença é motivo de muito orgulho e alegria.”, destaca Mariza Dias, coordenadora do Núcleo de Extensão em Agroecologia e Agricultura Familiar da universidade (NEAAF).


 



Esta primeira edição da Feira acontece em conjunto com o Forcult Regional Centro-Oeste – Fórum de Gestão Cultural das Instituições Públicas de Ensino Superior Brasileiras – ampliando o diálogo entre universidade, cultura e sociedade.


Mais de 40 feirantes estão participando, entre agricultores familiares, artesãos e microempreendedores, com a comercialização de alimentos frescos, produtos artesanais, comidas típicas, artigos de economia criativa e muito mais. A proposta da Feira é fomentar a economia solidária, popular e criativa, fortalecendo os laços sociais entre os produtores e o público, incentivando o consumo responsável e promovendo o desenvolvimento local sustentável.


A Ângela Márcia de Oliveira trabalha com artesanato há dois anos e destaca a importância da Feira. “É um sonho participar de eventos como este. A gente sempre quis ter mais facilidade, mais acesso ao público. O artesanato geralmente é feito e comercializado no fundo de quintal, dentro da nossa casa mesmo. Acho que esse espaço aqui era o que faltava pra gente. Acredito que, se a Feira acontecer com frequência, vai fazer muito sucesso. As minhas expectativas são as melhores”, comemora Ângela.




Mais do que um espaço de comercialização, a Feira Popular e Solidária da UFJ se propõe como um ambiente de educação, cultura e lazer, aberto ao público. Nesta sexta, dia 22, tem apresentação do grupo Sambalê e do Mai-óia, bloco de carnaval da UFJ.

Com esta iniciativa, a universidade reafirma seu compromisso com a extensão universitária e com a promoção de ações transformadoras voltadas ao bem-estar da comunidade local. Outras quatro edições do evento estão previstas para este ano. A expectativa é de que cerca de 400 pessoas participem de cada edição da Feira.



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Texto e fotos gerais: Tássia Fernandes
Secom/UFJ

Fotos de abertura: Prof. Felipe Macedo / Fisioterapia – UFJ
Imagens de drone: Prof. Carlos Rogério Andrade / Engenharia Florestal – UFJ