UFJ recebe o evento Finep pelo Brasil

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A Universidade Federal de Jataí (UFJ) recebeu nesta semana o evento Finep pelo Brasil. A ação teve o propósito de divulgar as oportunidades de financiamento para projetos de inovação e desenvolvimento tecnológico. O encontro foi no Auditório Maior da UFJ, nesta quarta-feira, 25/02.





Os representantes da gerência regional Centro-Oeste, Fernando Ribeiro e Patrícia Ribeiro, apresentaram as 13 chamadas públicas abertas pela Finep, que somam R$ 3,3 bilhões em recursos não reembolsáveis (subvenção econômica), destinados para projetos alinhados à Nova Indústria Brasil (NIB).

Os editais contemplam áreas estratégicas como cadeias agroindustriais, saúde, infraestrutura, transformação digital, transição energética e defesa nacional. O programa Finep pelo Brasil visa fortalecer a inovação e impulsionar a reindustrialização do país. Até abril de 2026 a ação deve percorrer 100 cidades brasileiras.

“Para a instituição o evento é de fundamental importância para aproximar a universidade do setor empresarial, visto que uma das condições para as empresas concorrerem aos recursos da Finep é estabelecer parcerias com Institutos de Ciência e Tecnologia. O evento cria oportunidades para pesquisadores firmarem parcerias com empresas, aumentando as possibilidades de transferência de tecnologias desenvolvidas na universidade para o setor industrial, gerando novas fontes de recursos para laboratórios e centros de pesquisa”, reforça Alécio Perini, pró-reitor de Pesquisa e Inovação da UFJ.



O evento foi uma oportunidade para esclarecer dúvidas, orientar sobre critérios de participação e aproximar empresas e instituições científicas das possibilidades de financiamento.

“A vinda da Finep até à UFJ é um reflexo da importância que a nossa universidade tem no cenário da ciência, tecnologia e inovação, principalmente aqui no sudoeste de Goiás. Em relação a esses editais específicos, a Finep vai colocar o setor empresarial em contato direto com as universidades públicas federais. Com isso, além de trazer investimento para ciência e tecnologia, vai permitir essa aproximação entre quem produz ciência e quem gera os produtos comerciais. Essa união beneficia toda a população em questão de emprego de tecnologia e melhoria da qualidade de vida”, destaca Rafael Menezes, diretor de Pesquisa.


Texto: Secom/UFJ